A plataforma
O protocolo, em qualquer linguagem. Como criar uma aplicação, o que é o token do bot, como montar o link de convite, o que chega pelo WebSocket de /ws e as armadilhas que não dá para adivinhar lendo a especificação.
Um bot no Concord é uma conta de usuário: entra por convite, recebe cargo, fala no chat e entra na voz pelos mesmos caminhos que o aplicativo. Não existe um segundo sistema de permissão nem um segundo protocolo para aprender.
O portal fica em app.concord.win/developers — a aplicação, o token e o link de convite saem de lá.
curl -X POST "https://app.concord.win/api/webhooks/3/<token>" \
-H 'content-type: application/json' \
-d '{"content": "deploy 1.4.2 no ar"}'
O protocolo, em qualquer linguagem. Como criar uma aplicação, o que é o token do bot, como montar o link de convite, o que chega pelo WebSocket de /ws e as armadilhas que não dá para adivinhar lendo a especificação.
O SDK em TypeScript. O concord.js fala o protocolo inteiro — WebSocket, REST, permissões e voz pelo SFU. O nescord põe isso dentro do NestJS, com @On e @SlashCommand em métodos de um provider comum.
Um endereço que publica num canal de texto, sem login e sem processo para manter de pé. Alerta de deploy, changelog do GitHub, aviso de pedido. Se é só para avisar alguma coisa, acaba aqui — são cinco minutos.
O guia do primeiro bot vai do token até o bot respondendo no canal, com as pegadinhas do servidor avisadas na hora em que elas aparecem — e não depois, no stack trace.
Escrever o primeiro bot